quinta-feira, 21 de abril de 2016

A justiça de Jesus na Cruz - devocional diário 22 Abr

A justiça de Jesus na Cruz

Graça e paz Irmãos,
Meditaremos hoje a palavra do livro de Filipenses, capítulo 03 versículo 09; e de Romanos, capítulo 04, versículo 24:
e ser encontrado nele, não tendo a minha própria justiça que procede da lei, mas a que vem mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus e se baseia na fé.
mas também para nós, a quem Deus creditará justiça, para nós, que cremos naquele que ressuscitou dos mortos a Jesus, nosso Senhor.
Amados irmãos, quem nunca se achou certo em algo e quis construir a sua própria justiça sobre alguma coisa? No dia a dia, observamos muitas pessoas, e até mesmo nós, que tenta construir a legalidade sobre um tema, segundo a sua concepção pessoal. No livro de Lucas, Jesus descrevia aos discípulos as características das pessoas que são cheias de justiça própria: confiam em si mesmo (revela todo o orgulho e independência de Deus), consideram-se justos (com os padrões estabelecidos por si mesmos e pelos quais julgam aqueles que não se conformam a eles) e desprezam os outros (mostra a ausência de amor daquele que é cheio de justiça própria).
Antes de prosseguirmos, façamos um exercício mental: mentalizemos a cena da crucificação e ressurreição de Jesus.
Imaginemos Ele com o corpo cravado na cruz, ferido por nossas rebeliões, moído pelos nossos pecados; o castigo de nossos pecados foi cumprido por Ele, e por sua dor fomos curados. O castigo sofrido por Jesus ultrapassa os limites da razão. Ele, que não tinha pecado, e sofreu por nós, pecadores. O Messias não cometeu nenhuma falta, mas ficou carregado com o peso das nossas. Desta cena, podemos perceber que a justiça era para nós.
Imaginemos que o corpo do nosso Senhor já não está na cruz, pois foi sido posto na tumba, longe de toda vista humana. Havia sido sepultado... por nós, em nosso lugar.
Imaginemos a tumba também já está vazia. Jesus havia saído triunfante, havia ressuscitado, para estar todos os dias conosco, para ser nosso advogado perante Deus.
Imaginemos o trono de Deus. Pensemos em Jesus sentado ali, à direita de Deus. É Ele, o homem que não disse nada para se defender no tribunal de Pilatos, porque, se não houvesse sido morto por nós, nunca poderíamos ser justificados.
Irmãos, voltando ao tema da justiça própria, as três características citadas acima são marcantes para observamos as nossas vidas. Como podemos pensar em justiça própria mediante alguém tão injustiçado para que fossemos perdoados? Quem ainda desejaria tratar de construir a sua própria justiça enquanto puder receber uma infinitamente melhor mediante a fé no senhor Jesus Cristo?
Oremos para que o Espírito Santo nos faça sempre esperar a Justiça de Deus, e que possamos sempre viver no amor de Jesus.
Que Deus abençoe o nosso dia.
Em nome de Jesus,

Amém

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